E perceber que sempre esteve no meio
Dos ceifadores, dos carniceiros
É só voltar alguns anos trás
Para ver que sempre esteve no foco do olhar
Dos pobres de espirito, invejosos
Cresceu acreditando no amor
Que nascia na ilusão de segurança
Que exalava na compreensão forjada
Era o foco da destruição velada
Que esperava o momento certo
De matar a inocência com a faca
A facada veio pelas costas
Foi naquele momento que a vida chegou
A dor da traição derrubou a mentira
O sangue que escorria era o mesmo
Daqueles que seguravam a faca
A realidade veio nua e crua
E como um sopro deu folego
Para trazer de volta para vida
Aquele que cresceu na mentira
A morte então se ergueu
Para dar sabor de vitória
Aos que assistiam ele morrer.
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Agosto 30/30
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