LIMOÇÕES EDITORIAL: O CORPO SOB SUSPEIÇÃO E A PSICOLOGIA DA ESTRUTURA: UMA AUTOETNOGRAFIA SOBRE AUTODECLARAÇÃO E RACISMO INSTITUCIONAL
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Este artigo marca o quarto registro oficial do Limoções e a sua terceira indexação no repositório científico mundial via DOI. Através da articulação entre a psicanálise lacaniana e o pensamento afrodiaspórico² de Lélia Gonzalez, reafirmamos a escrita como método de denúncia contra o "recalque"³ colonial e ferramenta de sobrevivência subjetiva.
“A 'concessão' institucional oferecida — o incentivo a modular o tom de voz para não causar instabilidades no ambiente — é a face moderna do silenciamento. Se a escuta clínica não é racializada, torna-se ferramenta de ajuste ao racismo.”
— Tiago Lima, 2026.
O CORPO SOB SUSPEIÇÃO E A PSICOLOGIA DA ESTRUTURA: UMA AUTOETNOGRAFIA¹ SOBRE AUTODECLARAÇÃO E RACISMO INSTITUCIONAL
TIAGO LIMA | DOI: 18605621
RESUMO: Investigação autoetnográfica que discute o racismo institucional e o "recalque" da imagem negra na cultura brasileira sob a ótica da Psicologia da Estrutura.
EIXOS/LABELS: DOI 18605621; Artigos; Saúde Mental; Autoetnografia.
Como citar este artigo:
LIMA, Tiago. O corpo sob suspeição e a psicologia da estrutura: uma autoetnografia sobre autodeclaração e racismo institucional. Limoções Editorial, 2026. DOI: 10.5281/zenodo.18605621. Disponível em: https://doi.org/10.5281/zenodo.18605621.
¹ Autoetnografia: Método que utiliza a experiência pessoal de quem escreve (Tiago Lima) para analisar e descrever crenças, práticas e experiências culturais e sociais.
² Afrodiaspórico: Conforme Lélia Gonzalez, refere-se à produção cultural e intelectual de pessoas africanas e suas descendências que, na diáspora, mantêm conexões com a matriz ancestral.
³ Recalque: Termo da psicanálise lacaniana usado por Gonzalez para explicar como a cultura brasileira "esquece" sua origem negra enquanto a utiliza para construir identidade.


