
Não sou gordo, nem magro
Não sou baixo, nem alto
Não sou perfeito, sou gente
Sou uma criação da vida
Que me desenhou imperfeito
Sem jeito, sem linhas predefinidas
Sou a criação do tempo
Que me deu espaço para ser
Para sorrir e crescer
Sou a visão no reflexo
Que carrega marcas
Cicatrizes e estrias
São as linhas da minha vida
São as palavras da minha história
Que compõem a autoria da vida
Não sou gordo, nem magro
Não sou baixo, nem alto
Não sou perfeito, sou gente
Sou tudo que quero ser
Tudo que ninguém pôde deter
Sou a forma não definida
Sou sorriso não contido
Sou carne, osso
Sou gente
Sou o sorriso sincero
De quem escolheu ser o que quer
O que tem de ser
Sou minha própria satisfação
Sou dono de mim
Sou tudo que existe em mim

Sempre foi e sempre será difícil para mim lidar com o que sou. Nunca foi uma balela me ver perante ao espelho e ficar completamente satisfeito, mas hoje eu consigo me satisfazer. Hoje eu posso dizer que é isso que sou. É exatamente assim que sempre serei. Ninguém tem ou terá o poder de mexer com o que me faz feliz. Já que eu me faço feliz: FODA-SE os olhares da acusação. Eu me basto!

Para a realização desse post agradeço minha amiga Mary Simplício - que atualmente debuta o Blog Revelador - pois ela sempre conseguiu ver em mim coisas que eu não via e seu texto - VOCÊ É DEMAIS - conseguiu tocar no mais profundo do meu ser pela simplicidade e objetividade de suas palavras.

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