Sou a conjuntura da desordem
Que em ordem segue a caminhar
Sou o estado de espirito ausente
Que dentro da escola da vida
Aprendeu a sobreviver
Sem o talento de crescer
Sou o bom dentro do ruim
Que restou no caos do hoje
De a cordo com o olhar de outrem
Sou o poço de erros
Que reflete o perfeito acontecimento
De ser gente
Sou o tudo dentro do nada
A mistura do perder com ser
O que me querem de ruim
De viver o que me faz ruim
Sou a escuridão na luz
Que nunca reluz
Sou o cumulo da desonestidade
Que na ausência de caráter
Prevaleci acreditando
Que sou o nada além do nada
E já que sou nada
Optei por não ser parte
Do nada de outrem.
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Poesia
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