
Depois de ter ficado sem chão, sem condições de dar um mísero passo, aprendi a caminhar pela mágoa daqueles que me encaram, fitam meu crescer e praguejam cada uma das minhas estações. Não tive nem um empurrão e ninguém segurou minhas mãos para mostrar o caminho, então fiz da distância minha passarela para a vitória, enquanto as dificuldades que venci serviram como entretenimento para os olhos que me queriam distantes da glória. Escapei das armadilhas engendradas pelos senhores da desgraça e me dei o direito de convencer a vida a permanecer ao meu lado. Ao contrário das feridas que me doíam, fiz da chance de revidar a oportunidade de ensinar, de mostrar que não se paga facada com uma bala na cabeça.

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Agosto 30/30
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