Esses dias joguei na parede uma maleta que guardava tantas mascaras que jamais foram usadas e a poeira da decepção me sufocou de tão densa. Meu coração, sempre muito agitado, contribuiu diversas vezes com a construção de ilusões solidas e totalmente de tendencias duvidosas. Quando fecho os olhos vejo uma "velha casa". Quando abro os braços para bater as asas rumo a liberdade, percebo que desaprendi a voar. Fui livre numa "terra" do passado, e já não desejo mais a chegada da noite e temo o vento como nunca temi antes. Eu sei que voltarei para um lugar que me pertence, só preciso descobrir como chegar até lá.
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