PARALELO (IV)

PARÁGRAFO 4
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Claro que o tempo passa. Claro que o tempo está passando, mas não estou sentado esperando que qualquer coisa apareça na minha frente. Estou regando meus sonhos com o suor que tem escorrido de mim e estou fortalecendo meu anseio com a energia das minhas orações. Confesso que já senti invalidado pela falta de consideração que até mim chegava constantemente, mas aquietei a minha alma quando tomei consciência de que a minha parte eu havia feito. Se expressar e conhecer novas possibilidades são julgados por muitos como severos erros, então digo que quero morrer sendo chamado de "burro".

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