Agora juntamos nossas coisas, mas deixamos em exposição aquilo que precisa ser apreciado. Não temos muito a ofertar, mas aquilo que temos é capaz de alimentar a alma. As palavras são atemporais - verdade que já aceitamos -, mas elas ainda não chegam a todes os corações. Somos o sal da terra, a brisa do mar, o aquarelista fazendo retratos. O mundo pesa, mas a escrita não tem pacto com o pesar. Agora juntamos nossas coisas porque fomos mais que um espetáculo incrível. Decorar roteiros que não haviam sido escritos, improvisar em cenas que ainda não haviam sido ensaiadas e permanecer em um palco contracenando com outros protagonistas. Um espetáculo sem direção, mas que deu espaço para a apreensão daquilo que carecia ser apreendido.
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